O “Jornal da Band” trouxe à tona um caso alarmante de maus-tratos a um menino autista em São Paulo. Durante sessões de terapia em uma clínica particular, duas psicólogas foram flagradas em áudios humilhando o paciente menor de idade. A denúncia foi feita pelos pais do garoto, que, ao suspeitarem de maus-tratos, esconderam um gravador na mochila do filho, revelando o desprezo das profissionais.

Psicólogas são flagradas debochando de menino autista durante terapia

Jornal da Band – Foto: Reprodução/Band)

O Descobrimento das Humilhações

Após notar que o filho, um menino com transtorno do espectro autista, estava apresentando crises de pânico, os pais decidiram investigar o que poderia estar causando esse sofrimento. O garoto fazia acompanhamento psicológico em um hospital particular, e para proteger o filho, os pais esconderam um gravador na mochila dele. O que se revelou foi chocante.

Os áudios captados mostram um comportamento cruel das psicólogas que atendiam o menino. Em um momento do áudio, uma das terapeutas é ouvida zombando do garoto enquanto ele chora, dizendo: “Não cai uma lágrima (risos). Esquece! É uma causa perdida”. Em outro trecho, a profissional, de forma humilhante, responde ao garoto, que estava constrangido: “Fez eu limpar seu cocô. Parece uma pomba, que come e caga”. E ainda, em tom debochado, observa: “Olha o jeito que ele responde… Parece que é uma coisa só, banana e macaco (risos)”.

Ouça abaixo:

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A Reação do Hospital e das Autoridades

Assim que os áudios foram divulgados, a Rede NotreDame Intermédica, responsável pelo Hospital e Maternidade Salvalus, repudiou as atitudes das psicólogas e as demitiu imediatamente. A denúncia também gerou uma resposta oficial das autoridades policiais, que abriram um inquérito para investigar os maus-tratos à criança. A polícia já está apurando o caso, buscando garantir que justiça seja feita e que outros possíveis abusos possam ser evitados.

A Gravidade do Caso e o Impacto na Família

Este caso evidencia o quanto é importante a vigilância em ambientes que devem ser seguros para as crianças, especialmente aquelas que enfrentam condições como o transtorno do espectro autista. A denúncia ressalta a vulnerabilidade dos pacientes e como a falta de empatia e respeito dos profissionais pode ter consequências profundas no desenvolvimento e bem-estar das crianças. A família do menino, que agora lida com as repercussões emocionais do ocorrido, aguarda as investigações e espera por uma punição rigorosa às profissionais envolvidas.

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